Comércio será obrigado a receber pilhas e baterias usadas

Brasília, 15/09/08

“Os estabelecimentos que comercializam pilhas e baterias terão de recolher esse material após utilização e serão os responsáveis pela devida destinação, ou seja, devolvê-las aos seus fabricantes ou a empresas autorizadas a reciclarem esses produtos.  Essa regra passa a valer a partir da publicação da nova resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), aprovada na última quinta feira (11) durante a 91ª Reunião Ordinária do (Conama). A nova resolução, após ser publicada do Diário Oficial da União (DOU), irá alterar a resolução 257/99 que estabelecia a obrigatoriedade de procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento e descarte ambientalmente adequados para pilhas e baterias pequenas que contenham em suas composições metais pesados como chumbo, cádmio e mercúrio. Com a publicação da nova resolução do Conama, o Ibama terá 30 dias para publicar duas instruções normativas, uma prevendo um termo de referência para o plano de gerenciamento que será apresentado ao órgão ambiental competente, podendo ser o próprio Ibama ou órgãos estaduais de meio ambiente (oemas). A outra, prevê duas recomendações. A primeira será dirigida ao Ministério da Justiça e a Polícia Federal para disponibilizarem instrumentos de controle coibindo a comercialização de pilhas ebaterias falsificadas. Já a segunda, será enviada ao Ministério da Fazenda solicitando a redução dos impostos que incidem sobre a fabricação das pilhas e baterias recarregáveis com intuito de promover a reciclagem deste material. A nova resolução prevê ainda, que os fabricantes ou importadores enviem os laudos técnicos (estudos e relatórios) que visem diminuição no teor de metais pesados, principalmente o mercúrio, utilizados na produção das pilhas e baterias no Brasil. Os  laudos serão entregues para área técnica do Ibama para serem aprovados posteriormente. Para a coordenadora da gestão da qualidade ambiental do Ibama, Zilda Veloso, as alterações propostas nas novas determinações são grandes avanços na questão dos descartes de pilhas e baterias inutilizadas. “A esperança é que se consiga aumentar as possibilidades de reciclagem, pois assim conseguiremos uma nova destinação ao descarte de pilhas e baterias usadas”, afirmou. Atualmente, as pilhas clandestinas possuem um teor elevado de mercúrio (fora dos padrões estabelecidos pelo Conama) em sua composição e, além disso, possuem uma durabilidade inferior se comparadas às pilhas convencionais. Além disso, 800 milhões de pilhas e baterias falsificadas são comercializados no Brasil por ano e, destas, 35% são comercializadas em pontos clandestinos como feiras e camelôs.”

Fonte: ASCOM IBAMA

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61 Comentários

  1. Bruna said,

    fevereiro 11, 2009 at 10:50 am

    Após o término da minha leitura, surgiu-me uma dúvida? Isso quer dizer que todos os lugares q vendem pilhas como: mercados e todo o tipo de estabelecimento comercial, por lei, tem o dever de receber este material após o descarte do consumidor e dar a este um destido correto?

    • Tiago Pereira Dias said,

      março 1, 2010 at 7:39 pm

      O bom se todas as leis q fossem criadas não só brasil ou seja no mundo,tivesse pelo menos um progresso de sair do papel, infelizmente não é o que acontece.
      Enquanto isso o nosso meio ambiente paga o pato!!!!!!!

      • abril 8, 2010 at 10:53 am

        SO PARA SABER ONDE ESTA FUNCIONANDO ESSA LEI DE DEVOLUÇÃO , POSSO ESTAR LEIGA MAS ATE AGORA NÃO OUVI SE QUER ALGUM COMENTARIO SOBRE A MESMA , SO SABEMOS QUE O MEIO AMBIENTE E TD A POPULAÇÃO ESTÃO SOFRENDO AS CAUSAS SOB OS RESIDUOS SOLIDOS QUEREMOS QUE NOSSOS GOVERNANTES TOMEM ATITUDES PARA ONTEM.

  2. José Antonio dos Reis said,

    fevereiro 11, 2009 at 3:19 pm

    Tudo o que vier para melhorar ou minimizar os efeitos nocivos destes produtos no meio ambiente é bem vindo. A ideia de lançaar pilhas e baterias recarregaveis será com certeza um marco na história destes produtos que tanto mal causam ao meio ambiente.

  3. Darcy jose pereira said,

    fevereiro 11, 2009 at 7:56 pm

    LI a respeito dessa dessa nova regra e achei muito boa ,pois o nosso mundo esta cada vez mais poluido e toda regra para salvar um pouco do natural que ainda nos resta sera muito bem vinda ,e faremos tudo para que ela seja um sucesso.Sou estudante de tecnologia em gestao ambiental estou no terceiro semestre e este texto foi mais uma indicaçao maravilhosa de meus tutores,e muito boa ,Obrigado a todos.

  4. debora lucia maschio said,

    fevereiro 12, 2009 at 7:44 am

    é muito importante as empresas recolherem seus materiais,mas é muito sério a atitude das pessoas que ainda dispensam estes objetos nas vias publicas

    • Wesley Botucatu said,

      outubro 6, 2009 at 5:01 pm

      Seu comentário é muito relevante. A educação é a base de tudo.

      • Ivanete Pereira said,

        abril 1, 2010 at 4:02 pm

        Até a presente dada nao resebi nenhuma resposta a respeito da pergunta que fiz apos leitura do artigo.

    • Ivanete Pereira Gonçalves Correia said,

      março 1, 2010 at 10:13 pm

      Li e achei muito importante este artigo. Como esta é uma lei que ja esta em vigor, qual é a penalidade que será aplicada ao estabelecimento que recusar receber as pilhas ou baterias do consumidor? Como fazer para denunciar tal atitude?

      • ministroverde said,

        maio 30, 2010 at 12:55 pm

        As penalidades para quem dscumpre uma lei ambiental estão previstas na Lei 9605, de 12 de fevereiro de 1998.

        Na Seção III, que trata sobre a poluição e outros crimes ambientais, estão quais são as possíveis sanções aplicáveis no caso de prudutos e substâncias químicas.

        É importante saber queo processo de devolução das pilhas e baterias deve seguir ao disposto na Resolução CONAMA 401/08. Os fabricantes e importadores devem estabelecer os planos de coleta e o comércio deverá ter condições para receber as pilhas e baterias devolvidas pelos usuários.

        Posso afirmar que a implantação dessa resolução ainda está em fase inicial, mas o Ibama já começa a fiscalizar os fabricantes e importadores.

  5. Cristian Fabiano said,

    fevereiro 12, 2009 at 8:02 pm

    E uma medida importantissima,vejo que e um pouco tardio, espero que realmente seja cumprida e que tanto o governo como o comercio facam sua parte e nos facamos a nossa

    • Sergio Moreschi said,

      setembro 29, 2009 at 2:46 pm

      Vejo que falfa consciencia da população em aderir ao descarte correto de pilhas e baterias. Maciças campanhas nos meios de comunicação são necessárias para que os objetivos sejam alcançados.

  6. Rose Stuart said,

    fevereiro 13, 2009 at 5:18 pm

    Gostaria de saber como farei para desprezar minhas pilhas? em BH não se sabe aonde…porque isto somente é adotado no papel?

    Abraços,

    Rose excelente artigo

  7. fevereiro 16, 2009 at 3:48 am

    A Legislação Ambiental do Brasil é ótima, acredito que fica próximo ao nivel do primeiro mundo! O que adianta toda essa Legislação Ambiental se não tem pessoal para a fiscalização…se não se investe em Educação Ambiental…o povo não toma conhecimento dessa Legislação!!

  8. José Ailton said,

    fevereiro 16, 2009 at 3:28 pm

    As Leis Ambientalistas Brasileiras são de nível de primeiro mundo, mas não temos material humano e nem uma cultura de primeiro mundo para faze-las cumprir, a ideia que tenho e todo material produzido a começar pelos mais perigosos (pilhas, celulares, materiais eletroeletronicos e etc…) quando vendido ao consumidor deveria ser acrescentado um imposto de valor consideravel pra que obrigue este consumidor depois de ter usado este produto voltasse ao estabelecimento ou a um outro comercio devolver o lixo e ser restituido de seu imposto, caso este consumidor não voltasse esse imposto seria usado pelas autoridades para custiar despesas de recolhimento e reciclagem do produto. Isso poderia ensentivar até mesmo classes mais baixas a recolher o produto e receber a remuneração que o cidadão de classe mais alta não exerceu seu dever achando que não precisa de tal imposto.

  9. cleber said,

    fevereiro 16, 2009 at 8:17 pm

    Acredito que com leis e regras mais rígidas consigamos amenizar os problemas ambientais mas devemos tentar conscientizar a população mais retirada que vaivém em áreas mais distantes utilizando do radio como veiculo de informação pois nele utilizam as pilhas depois atiram aos rios e assim contaminando peixe e involuntariamente se contaminando ao se alimentar dos mesmos.

  10. Celso Meith said,

    fevereiro 16, 2009 at 10:11 pm

    No atual cenario economico mundial , onde o “ter”(consumir) é a palavra de ordem, acho uma ingenuidade acreditar que MJ e PF possam fazer algo no sentido de coibir a comercialização clandestina. Uma vez que grandes grupos economicos teriam seus interesses prejudicados e poderiam retirar seus investimentos no país( produzem pilhas na China, rádio e celulares no Brasil) Por outro lado um pequena ajuste na legislação já existente ( Recolhimento das embalagens de Defensivos Agrícolas) onde os estágios de responsabilidades tem fluxo contrário ao da venda, ou seja, o agricultor, neste caso consumidor final, é responsavel pela devolução das embalagens ao comerciante(em local licenciado) e este as remete p/ industria que por sua vez dá o destino possivel, (reciclagem ou incineração) cfe. o tipo de material(plastico, aluminio, papelão, vidro, etc..). Cabe salientar que ineficacia dos orgãos de fizcalização e repressão na comercialização de Defensivos clandestinos é proporcional ao interesse economico dos insumos produzidos. Grandes grupos os produzem em outros países e com esquemas evoluidos de distribuição , o fazem , numa linha um pouco abaixo do alcance dos órgãos de controle.A distribuição da renda é um fator que nos leva a consumir produtos de menor valor, normalmente mais nocivos ao meio ambiente. Nunca é demais lembrar que nosso salário minimo R$-465,00 é de trinta a quarenta vezes menor que o salário de deputados, promotores, juizes e os abastados funcionários de carreira. Enquanto existirem essa brutais diferenças, dificilmente teremos uma condição de cobrar um empenho efetivo da imensa maioria da população, pois em ultima instância vamos defender o “pão nosso de cada dia”.

  11. Moacir Mariano da Silva said,

    fevereiro 16, 2009 at 10:27 pm

    gostaria de contar com o fator conciência na hora de adquirir pilhas,sabemos ao procurar pilhas em camelôs, simbolos de produtos clandestinos estamos procurando primeiramente pagar mais barato e, esquecemos que além de deixar de contribuir com o País, negando impostos, estamos também abrindo mão da qualidade do produto e mais aceitando auteração na composição das mesmas, o que no caso das pilhas torna-se risco de contaminação, do meio ambiente, cadeia alimentar

  12. Nivaldo Zeferino said,

    fevereiro 17, 2009 at 2:43 pm

    olá bom tarde ou boa noite para todos…
    estou fazendo facudade de gestão ambiental…creio eu que estou aprendendo muito… é muito bom saber que estão sendo tomas medidas
    para solução desses problemas em relação ao meio ambiente…se cada sidadão brasileiro tivesse conhecimento sobre os produtos que são jogado fora no lixo, na rua,ou em qualquer lugar . nós viveriamos num pais melhor ou até num mundo melho…..isso só depende de nós.

  13. fevereiro 17, 2009 at 5:52 pm

    Lí a materia, e achei muito interessante, basta agora que possamos concientizar a população dos danos que podem ocorrer com o meio ambiente,caso estas pilhas forem jogados em locais inadequados; pois eu acredito que tendo os locais de recebimento dos materias seria só questão de tempo; muitas pessoas ainda desconhecem tal resolução.Basta uma melhor divulgação.
    Abraço a todos.

  14. fevereiro 18, 2009 at 2:26 pm

    Uma duvida e venda de pilhas que vem do Paraguay que repassados por pequenos comerciantes com preços bem menoes que as nacionais como serão controladas se entran ilegais no país.

  15. otoniel oliveira freire said,

    fevereiro 18, 2009 at 6:00 pm

    Precisamos ser mais enérgicos em nossas leis, lucrar sim, mas com responsabilidade social, o meio ambiente só será limpo se nos,nos limparmos, não só em pilhas, mas temos pneus,embalagens plasticas e etc.

  16. nilton cesar said,

    fevereiro 18, 2009 at 8:57 pm

    a medida é muito importante mas o mais importante é educar o povo EDUCAÇÃO é fundamental.

  17. luciana said,

    fevereiro 19, 2009 at 7:32 pm

    Acho que estamos no caminho certo, apesar de sermos a minoria. Quanto mais falarmos, discutirmos , e cumprirmos as leis ambientais ajudaremos o mundo com esse impacto ambiental.

  18. Cleiton Cruz said,

    fevereiro 22, 2009 at 7:45 pm

    É bastante interesante esta nova resolução, porém, deverá os orgãos responsável pela implantação e fiscalização desta lei prô por meios de intereses ambiental para os seus consumidores para que esta nova ordem de mudança possa acontecer. Seria otimo se o governo sancionasi uma lei que: para cada x grama ou quilo de pilhas devolvida para o mercado ao qual l consumidor compro x% de desconto para uma nova compra, ou seja, se eu compro 10 pilhas o supermercado tem que me dar x% descontos nesta pilhas seja ela avista ou a prazo…
    O meio Ambiente precisa de mim e de vc…

  19. fevereiro 23, 2009 at 10:42 am

    Realmente o problema do descarte de Pilhas e bateriais no Brasil já deve ter causado uma contaminação monstruosa do nosso solo pela concentração de mercúrio. Medidas urgentes precisam serem tomadas para reduzir este processo de contaminação.

    Acredito que os estabelecimentos que comercializam pilhas e bateriais deveriam serem fiscalizados e retornarem para o fabricante a mesma quantidade de pilhas e baterias usadas quando do processo de compra.

    Assim teriamos condições de verificar através de notas fiscais de compra de pilhas e baterias que cada comerciante adquiriu e qual a sua parcela de retorno.

    Estabelecimentos que não tiverem notas fiscais de aquisição de pilhas e baterias teriam o material apreendidos.

    alguns podem considerar a medida um pouco drástica, contudo somente uma legislação firme pode reduzir os impactos deste problema ambiental.

  20. luciano dos santos santana said,

    fevereiro 24, 2009 at 12:03 pm

    chega de tantas Reunião Ordinária, quero ver como a população vai ficar sabendo disso para que funcione de verdade, aidéia é muito boa mas se vai da certo e que é o problema, vamos deixar o tempo passar, sou estudante de tecnologia em gestão abiental, moro interior da bahia e pouca lei da certo por aqui, vamos ver se vai!!!!!!!!!

  21. Tarciano M Nardino said,

    fevereiro 24, 2009 at 12:07 pm

    Esta nova regra imposta pelo governo vem a trazer um melhor destinação a este resido tam perigoso e altamente prejudicial a saúde humana e de todos os seres vivos da terra. Mas isso precisa ter tambem uma politica de consientização da população, mostrando fazendo a população enterder quais são os impactos que este lixo causa a todos nós. E ai depois sim precisamos monitorar e cobra este destinação correta e verificar qual sera o destino final deste resido.

  22. Catarina Bart Dias said,

    fevereiro 24, 2009 at 6:15 pm

    Excelente artigo, mas não podemos ignorar a falta de conhecimento da maioria sobre os danos causados por tais produtos. É bonito de se ver tamanha preocupação, mas também é preciso informar, divulgar… o estabelecimento responsável pela coleta deveria colocar bem visível algo que chame a atenção da população quanto aos riscos que corremos.

  23. Elder Eustáquio de Souza said,

    fevereiro 24, 2009 at 6:24 pm

    A matéria considero como ótima, mas ainda não doeu no cálo dos governantes e empresários o contexto geral de dar um destino adequado está ainda focado no comerciante e consumidor. Porque não focar a obrigatoriedade ao fabricante que conhece todo conteúdo quimico de seu produto pode não saber as consequências, mas sabem com o que estão lidando. Governo é quem liberar autoriza a fabricação destes produtos, sera que nestes protocolos de fabricação há um item a responsábilidade de receber o residuo oriundo do seu produto é totalmente de sua responsábilidade. A bem pouco tempo as embalagens eram retornáveis. Então porque não levar pilhas e baterias no comercio quando forem para substitui-las e ter um descônto na aquisição de novas e neste processo tambem o comerciante com o fabricante, o fabricante com dedução de impostos. Todos nós ganharemos e o meio ambiente nos agradecerá muito mais.

  24. Dirceu Strapasson said,

    fevereiro 24, 2009 at 7:30 pm

    Na prática sabemos que normalmente isso não acontece. Temos que ter fiscalização atuante e concientização dos consumidores, pois é mais simples jogar a pilha no lixo, ao invés de ir a um posto de coleta.

  25. Leandro Weddigen said,

    fevereiro 24, 2009 at 10:17 pm

    Possuímos em nosso país uma vasta legislação ambiental, porem não se investe em fiscalização e educação ambiental, ou seja, cria-se leis onde poucos tomam conhecimento dela e não se exige de fato o cumprimento destas leis, isso por uma série de motivos, mas o principal é que não há interesse por parte do poder público, pelo fato da fiscalização atingir o bolso de alguns da elite que financiam campanhas políticas.

  26. Adilson José Ferreira said,

    fevereiro 25, 2009 at 11:36 am

    Acho muito importante nos preocuparmos com questões ambientais, porém devemos retira-las do papel. No meu ponto de vista falta muitas informações e interesses por falta dos orgãos competentes. Mas vamos dar as mãos para que tenhamos um mundo melhor para se viver através de pequenos gestos.

  27. Paulo Roberto Berkmann said,

    fevereiro 25, 2009 at 9:15 pm

    Através dessa Leis poderemos ter um controle de recolhimento mais eficaz, a população ter o conhecimento da obrigatóriedade do vendedor em recolher o produto após o uso faz com que ela passe a cobrar também, pois, podendo ter onde levar e entregar o produto usado evitará de colocar em locais impróprios!!

  28. Leandro Weddigen said,

    fevereiro 25, 2009 at 9:22 pm

    Possuímos em nosso país uma vasta legislação ambiental, porem não se investe em fiscalização e educação ambiental, ou seja, cria-se leis onde poucos tomam conhecimento dela e não se exige de fato o cumprimento destas leis, isso por uma série de motivos, mas o principal é que não há interesse por parte do poder público, pelo fato da fiscalização atingir o bolso de alguns da elite.

  29. Mauricio Manoel Zimmermann said,

    fevereiro 25, 2009 at 10:34 pm

    Tenho certeza que a criação e a execução de novas leis é uma excelente forma de beneficiar o meio ambiente minimizando assim os efeitos nocivos para com o meio ambiente melhorando assim a nossa qualidade de vida e a destinação correta do material tóxico.
    No que se refere o artigo em questão :As pilhas e baterias exigiam um tratamento especial a muito tempo, acredito que o jogo de empurra empurra para o seu destino correto esteja com os dias contados a partir dessa nova legislação,espero que o custo destas alterações não recaia mais uma vez sobre o consumidor.

  30. Mauricio Manoel Zimmermann said,

    fevereiro 25, 2009 at 10:50 pm

    Tenho certeza que a criação e a execução de novas leis é uma excelente forma de beneficiar o meio ambiente minimizando assim os efeitos nocivos para com o meio ambiente melhorando assim a nossa qualidade de vida e a destinação correta do material tóxico.
    No que se refere o artigo em questão :As pilhas e baterias exigiam um tratamento especial a muito tempo, acredito que o jogo de empurra empurra para o seu destino correto esteja com os dias contados a partir dessa nova legislação,espero que o custo destas alterações não recaia mais uma vez sobre o consumidor.

  31. cidinei luiz kich said,

    fevereiro 28, 2009 at 9:46 pm

    muito bem, gostei desta idéia, mas foi esquecido uma coisa, de conscientizar a populaçâo de que é obrigatorio devolver esses produtos.

  32. Tarles Regina - modulo 3 de Assis/SP said,

    março 1, 2009 at 6:43 pm

    Realmente é um grande avanço para o Brasil.
    Uma pena que não tenhamos pessoal para verificar e notificar os estabelecimentos que stejam irregulares.
    é engraçado aqui no Brasil, …., paraque todos coloquem o número de CPF nas notas fiscais, a tão famosa nota paulista, há uma grande propaganda até em redes televisivas e em horário comercial de alto custo em grandes Redes, como por exemplo, na rede Globo. No entanto, não há uma grande campanha, ao menos eu nunca vi, para que os cidadãos retornem as pilhas aos estabelecimentos onde compraram. Engraçado, não é?
    Infelizmente propaga-se o que é rentável ao governo, o que lhe trará altos custos, não é propagado e quem paga o preço desta desinformação somos nós, cidadãos q pagamos altos impostos num país que se cobra muito, mas pouco faz por seus moradores.

  33. eu said,

    março 1, 2009 at 7:07 pm

    primeiro aducar as pessoas sobre consciencia ambiental

  34. rosi disse, said,

    março 1, 2009 at 7:13 pm

    primeiro aducar as pessoas sobre consciencia ambiental opovo deveria estar mais ligado éoplaneta ou casa em que morramos. LEIS com punição sem barganha.

  35. Simone Gomes dos Santos said,

    março 3, 2009 at 4:23 pm

    A melhor maneira é fazer a utilização dos 5 Rs, uma vez que um objeto contém três elementos altamente perigoos e nocivo à saúde humana e ao meio ambiente. Por ex.: a pilha comum. Diminuir a produção e investir em pesquisas para objetos de vida mais longa e menos risco.

  36. Ilmar Luis Salm said,

    março 4, 2009 at 4:16 pm

    os estabelecimentos comerciais devem construir um local para a coleta dos produtos que eles vendem e posteriomente ficam sem utilidade, ex: pilhas descarregadas, baterias, lampadas fluorecentes, celulares e aparelhos eletrônicos inuteis etc.
    o estabelecimento tambem terá a responsabilidade de cotatar com quem produz, dando o destino correto para cada produto.
    o comerciante terá um chamarisco para o seu comercio, pois o individuo que vai descartar um objeto inutil, poderá aproveitar a visita e comprar alguma coisa no estabelecimento.

  37. Ilmar Luis Salm said,

    março 4, 2009 at 4:20 pm

    s estabelecimentos comerciais devem construir um local para a coleta dos produtos que eles vendem e posteriomente ficam sem utilidade, ex: pilhas descarregadas, baterias, lampadas fluorecentes, celulares e aparelhos eletrônicos inuteis etc.
    o estabelecimento tambem terá a responsabilidade de contatar com quem produz, dando o destino correto para cada produto.
    o comerciante terá um chamarisco para o seu comercio, pois o individuo que vai descartar um objeto inutil, poderá aproveitar a visita e comprar alguma coisa no estabelecimento.

  38. Lauri Andreatta said,

    março 8, 2009 at 3:54 pm

    A questão não é so a coleta das pilhas,eu mesmo faço isso a muitos anos pois trabalho com a venda delas,geralmente quem trabalha com a reciclagem das pilhas não querem levar pilhas maiores do tipo 2 A ou 3 A ou aquelas que vai nos telefones sem fio,os fornecedores dicicilmente recebem as pilhas que ja foram usadas,quem as compra sao pessoas que trabalham geralmente autonomas,receber de volta as pilhas depois de usada é um procedimento normal mas na maioria das vezes as pessoas não trazem de volta.Falta consciencia de ambas as partes.

  39. ROSILEIA said,

    março 8, 2009 at 8:43 pm

    ESTOU SIMPLESMETE DESLUMBRADA COM O ESTUDO QUE ESTOU SEGUINDO COMO TECNÓLOGA EM GESTÃO AMBIENTAL.HOJE ME CONSCIENTIZO MUITO MAIS DOS PROBLEMAS QUE TEMOS QUE ENFRENTAR EM PROL DO MEIO AMBIENTE E DAS MEDIDAS QUE PODEMOS TOMAR POR ISSO.POR TAIS MOTIVOS HOJE PREFIRO AS PILHAS RECARREGÁVEIS, QUE EMBORA TENHAM UM PREÇO MAIS ALTERADO QUE AS COMUNS, TÊM UMA VIDA MUITO MAIOR, E SUGIRO A QUEM AINDA NÃO ADOTOU ESSA REGRA, QUE O FAÇA, POIS É DE GRANDE IMPORTÂNCIA PROCURARMOS PRESERVAR O MEIO AMBIENTE E TOMAR MEDIDAS QUE SÃO BENÉFICAS PARA TAL E PARA NÓS MESMOS.

  40. março 10, 2009 at 4:40 pm

    Esta resolução do conama é de suma importância para a população, pois a mesma esta desorientada e não sabe o que fazer com estes produtos que não tem mais serventia. Quanto a comercialização de pilhas e baterias falcificadas sou totalmente contra pois as mesmas tem a qualidade bem inferior das verdadeiras. Mas tem um porem nessa história: quem vai fiscalizar? o ibama a policia federal, se os mesmos não consegem cumprir com as suas atribuições normais, por falta de pessoal qualificado, falta de aparelhos sofisticados, falta de armamento e falta de viaturas pois o que tem está sucateado.

  41. maria francisca da silva dos anjos said,

    março 11, 2009 at 1:13 am

    sabe-se que aparti que se estabelece leis e regras fica mais facil amenizar os problemas junto a população.

  42. josilene m. de lima said,

    março 17, 2009 at 4:01 pm

    na minha opinião essa regra adotada pelo CONAMA é muito importante para o meio ambiente a natureza só tem agradecer, mas é preciso a concientização das pessoas, para que as mesmas venham devolver suas pilhas e baterias usadas, não descartando no lixo domiciliar, ou jogando em rios, terrenos baldios etc. Também faz-se necessário a fizcalização por parte dos orgãos responsaveis.

    • Andréa Andrade Greis said,

      setembro 20, 2009 at 3:40 pm

      Em primeiro lugar a sensibilização, educação, imformação é funtamental para que as pessoas possam utilizar este material com conciência e responsabilidade. As empresas e formecedores tem a responsabilidade de estudar e criar projetos para esta problematica.
      Nada muda se você não mudar.
      Abraços,
      Andréa.

  43. josilene m. de lima said,

    março 17, 2009 at 4:07 pm

    na minha opinião essa medida que o CONAMA adotou é muito importante tanto para o meio ambiente quanto para a população, mas é preciso a concientização da mesma e a fiscalização dos orgãos responsaveis.

  44. julho 9, 2009 at 9:57 pm

    Todas as ações em plol do meio embiente é benéfico, sobre as legislaçoes serão ótimas se acatadas. Não podemos ver tantas leis serem empilhas em resoluções e a situação que nos encontramos é essa. Quando os paises que mais poluem o mundo só se comprometem em aliviar no ano 2050. Será que existira vida em nosso planete em 2050. Bom sobre minhas ações mudarão completamente depois que comecei o curso de Gestão Ambiental. Então as infrmações é o que mais nos falta. Se eu mudei todos podem mudar, eu não tinha idéis o quanto projudicava o meio ambiente e com ações basicas. mais eu ignorava por não ter consciência. Temos que investir mais e muito mais na educação. E a mudança tem que ser agora, temos que salvar a raça humana de se auto-destruir.

    • camilo nolêto filho said,

      setembro 15, 2009 at 10:28 am

      A verdade é que na teória tudo é muito lindo, mas na platica falta uma boa educação, uma concientização da população em geral.
      muitas das vezes, os comerciantes não aceita receber esses materiais mesmo alguns deles sabe da lêi obrigatória, resolução 257/99.
      A lei teria que ser mais rigida para ponir os imfratores. Só assim teremos um meio ambiente melhor.

  45. Jeorge said,

    agosto 27, 2009 at 2:59 pm

    A questao ao meu ve está em rastriar o consumidor final. Ele é o responsavel pela devolução e será que temos a “cultura” a “conciencia” a “educação ambiental” necessaria para que todo esse sistema funcione?
    Criar mais leis nao justifica querer melhorias para o meio ambiente, mas a educação embiental precisa levar-nos a uma cultura do preciclar e reciclar.

    Abraços!

  46. aryana da costa lopes said,

    agosto 31, 2009 at 11:05 am

    Caros amigos,muito boa a idéia,como podemos levar isso a diante? como futura gestora Ambiental,gostaria que todos se mobilizassem com relação a isso que é muito importante,estou fazendo um projeto na minha comunidade de coleta seletiva,já para diminuir esse impacto.

  47. setembro 6, 2009 at 4:46 pm

    No meu ponto de vista, o CONAMA acertou em cheio com essa lei, que esta direcionda para a proteção do meio ambiente, todos nos estava-mos perdidos e sem direção até então, agora após tomar-mos conhecimento desta nova medida, podemos então bolar novas campanhas de concientização da população para o descarte de pilhas e baterias, que só assim à médio a longo prazo conseguiremos reverter esta cituação.

  48. Andréa Andrade Greis said,

    setembro 20, 2009 at 3:42 pm

    Vamos acompanhar de perto as novidades, lançamentos, relatos deste problema que atinge o mundo.
    Andréa.

  49. marcos paixão said,

    março 1, 2010 at 12:13 pm

    Achei muito prática esssa resolução do conama, é a sua obrigação regulamentar essas medidas de controle do lixo eletrônico, pois devido a alta periculosidade de seus componentes químicos para o meio ambiente e sobretudo àqueles que manuseiam e vivem próximo desses resíduos… Mas acima de tudo, nós, futuros gestores ambientais temos a missão de mobilizar primeiro, nossos familiares, e nossa comunidade, e todos aqueles que fazem parte de nosso contexto a ‘SENSIBILIZÁ-LOS ATRAVÉS DE INFORMAÇÕES AMBIENTAIS PERTINENTES AO RESÍDUOS ELETRÔNICOS E COM AÇÕES ASSIM DAREMOS EXEMPLOS CONCRETOS. NÃO BASTA SÓ ESPERAR DAS AUTORIDADES E RECLAMAR, MAS FAZER A NOSSA DIFERENÇA.
    O

  50. março 8, 2010 at 4:20 pm

    Acho uma ótima idéia apesar de achar que isso não vai ser comprido pelos comércios e pelos consumidores o ideal seria só fabricação de pilhas recarregáveis ou haver um desconto para quem levar as pilhas usadas na compra de uma nova.Mais espero que de certo.Fátima.g.Cardoso

  51. marcelino martins dos santos filho said,

    março 11, 2010 at 3:55 pm

    Vamos a creditar e realizar palestra nas comunidades e acompanhar os lançamento de novas campanhas de conceentização junto as Prefeituras,os presidente de Bairro e acentamentos e associações dos municipios que só asim teremos a logo prazo conseguimos concientizar a população.

  52. agosto 24, 2010 at 10:32 am

    inquanto essistir uma política de meio ambiente que os policos apoia e outros não, nas decisôes quem sofre com iso e os ambientalista que quer o ambiente limpo;


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