VEJA = Lixo

E cada vez mais, menos pessoas lêem a VEJA.

Meus pais fizeram a assinatura desse lixo entre 2000 e 2001, e eu fiquei com um nojo terrível dessa direita elitista do país que escreve matérias ALTAMENTE PERNICIOSAS e PARCIAIS.

Segue uma resposta de uma professora para uma matéria da VEJA.

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RESPOSTA REVISTA VEJA

Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS  razões que  geram este panorama desalentador.

Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas  para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que  pais de famílias oriundas da pobreza  trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos  em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.

Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê?  De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e …disciplina.

Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos,  há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos,  de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência. Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.

Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução),  levam alunos à biblioteca e outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até à passeios interessantes, planejados,  minuciosamente, como ir ao Beto Carrero. E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom.     Além disso, esses mesmos professores “incapazes” elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;

Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 m.de intervalo, onde tem que se escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.    Há de se pensar, então, que  são bem remunerados… Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que  esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia,  até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.

Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina.. E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.

Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é  porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.  Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.

Em vez de cronômetros precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade!  E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo

Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões  (ô, coisa arcaica!), e ainda assim ouve-se falar em cronômetros. Francamente!!!

Passou da hora de todos abrirem os olhos  e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores  até agora  não responderam a todas as acusações de serem despreparados e  “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.

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A supervalorização do negro

Na comunidade História, do Orkut, alguém perguntava porque essa tal “supervalorização do negro”. E veio a resposta:

“Também me incomoda essa supervalorização. Já não basta todos os presidentes do país terem sido negros, já não basta que 87% do Congresso brasileiro é de negros, já não basta que o governo só escuta religiões afro-brasileiras e não dá a mínima bola para bispos católicos brancos em greve de fome, já não basta a maioria dos universitários serem negros, os negros viverem mais do que os brancos e serem menos vítimas de violência e quase toda propaganda ser estrelada por modelos negros e mais, eles controlam 72% do PIB brasileiro. Não agüento mais os negros controlando a FIESP em Sp e que tenhamos que estudar só História da África na escola e nada de Europa branca. Não agüento estes feriados por Oxalá, Ogum e Iemanjá.

Chega! Vamos nos unir e lutar pelos brancos neste país de exclusão dos brancos! Chega da polícia só bater nos brancos! Chega de negros reitores, governadores, delegados, bispos e papas! Basta do Imperialismo de Gana, Senegal e Angola! Todo poder aos excluídos!!!

O governo Lula deveria indicar ao menos um branco para seu governo! Abaixo a discriminação. Vamos levantar a moral dos brancos humilhados e explorados por este domínio de 500 anos! Os brancos devem ter direito a morar nos Jardins, no Leblon e em outros bairros de elite também!”

PEGA, PEGA LADRÃO!

O ano de 2010 vai ser decisivo para o nosso País.

O Brasil irá decidir se continuaremos nesse caminho guiado pela sorte ou pela construção de um FUTURO.

Estamos a um passo do atoleiro. Chegamos até aqui não por mérito próprio, mas pela conjunção política e econômica do mundo.

Gostaria de pedir que os leitores deste pequeno blog fossem atrás do passado e das ações dos políticos que irão se candidatar na próxima eleição.

Não é fácil, eu sei. Mas a Internet está cheia de informações esperando para serem garimpadas. Conversem com as pessoas também. Conversem com pessoas que atuam na causa ambiental. Conversem com pessoas que estudam ou estudaram economia. Tenham uma opinião formada. Sigam INVERSAMENTE  tudo o que a grande mídia diz.

“Eu fui eleito e represento o povo brasileiro. Confiem em mim que eu tomo conta do dinheiro.”

A ganância

Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?

É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.

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Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.

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No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.

Resolver, capicce?
Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.

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Mammon deve estar mais feliz do que nunca. O homem nunca o decepcionou.

A Triste Realidade dos Animais de Circo.

Respeitável público! Com vocês, o maior espetáculo hipócrita da Terra!!!

“Quem vai ao circo que tem animais em suas exibições, quase nunca percebe a realidade por trás do espetáculo. O sofrimento que estes animais passam ao longo de suas vidas dentro do circo chega ser superior ao de um animal abandonado. Por trás de um urso batendo palmas, um macaco vestido pedalando uma bicicleta ou um elefante se equilibrando em uma pata só, se esconde toda uma série de torturas abomináveis que transformas estes animais em meros fantoches de seus “domadores”, que travestem suas covardias para com estes animais em “bravuras” ao enfiar a cabeça dentro da boca ou obrigá-lo a se ajoelhar defronte a platéia.

Tendo em face este assunto, eu fiz uma pesquisa em diversos sites especializados em defesa dos animais e outros especialmente elaborados para ser uma fonte de denúncia dos maus tratos praticados pelos circo Brasil afora, e apresento aqui um pequeno resumo do que realmente acontece com fotos destes animais.”

Continue lendo aqui…

Fonte: Idealismo de Buteco

Acupuntura para cães.

Pra quem não sabia, sim, a acupuntura para cães existe sim. Pergunte para a sua tia perua que ela vai te dizer onde leva o poodle-toy dela todas as quartas-feira.

Sou um bichinho estressado!

Sou um bichinho estressado!

Vejam o video abaixo e me digam o que acham desses pestes.

Que vontade de chutar um desses!

Temos uma solução. Apresentamos a acupuntura gaúcha.

Que silêncio maravilhoso!

Que silêncio maravilhoso!

Fala sério. Como tratar aquele cachorro chato do seu tio ou da sua tia que fica latindo o tempo todo durante os almoços de domingo? Ou aquelas praguinhas que sua irmã mais nova insiste em chamar de “meus lindinhos”, que destroem tudo dentro de casa? Vai levar num acupunturista??? É só salgar e levar ao fogo. Simples assim 🙂

Os chineses, inventores da acupuntura, também gostam de fazer acupuntura em cachorros. Só que eles picam os bichinhos antes de espetá-los.

Tradição. Vá tentar explicar isso...

Tradição. Vá tentar explicar isso...

Disgusting.

A reduzida precisão do conceito de desenvolvimento sustentável

Ressalvamos aqui que o conceito de desenvolvimento sustentável é empregado como uma peça da estrutura conceitual usada para classificar correntes de pensamento da economia do meio ambiente, e não porque consideramos viável a implementação do desenvolvimento sustentável. São evidentes os enormes obstáculos técnicos e, de forma especial, políticos para tornar realidade o paradigma.

Nesse sentido, há um ponto que merece ser ressaltado: a aderência que se observa, na opinião pública, ao conceito de desenvolvimento sustentável reside em sua simplicidade e no fato de que quase todos concordam com seus grandes objetivos. Quem não vê com simpatia a combinação da eficiência com a eqüidade e a defesa do meio ambiente, especialmente quando não se explicitam os custos e a viabilidade disso tudo? Conforme ressalta Lélé (1991, p. 613):

“O desenvolvimento sustentável é um “meta-arranjo” que une a todos, do industrial preocupado com seus lucros ao agricultor de subsistência minimizador de riscos, ao assistente social ligado ao objetivo de maior eqüidade, ao primeiro-mundista preocupado com a poluição ou com a preservação da vida selvagem, ao formulador de políticas que procura maximizar o crescimento, ao burocrata orientado por objetivos e, portanto, ao político interessado em cooptar eleitores.”

Na verdade, a noção de desenvolvimento sustentável está muito próxima do critério de eficiência de Pareto * da análise econômica. Isso porque ele admite que muitos podem ganhar, mas exige que ninguém perca – nem os atuais ricos, nem os atuais pobres e nem as gerações futuras. O relatório da Comissão (Mundial do Meio Ambiente e Desenvolvimento – 1987) mostra, entretanto, que os atuais padrões de crescimento não são sustentáveis, requerendo enérgica implementação de mudanças drásticas para corrigir esse estado de coisas. A dúvida que surge, porém, é: será razoável esperar que tais mudanças sejam Pareto-eficientes? Será válido supor que, mesmo que tais mudanças originem uma legião de ganhadores, seja possível evitar que muitos tenham consideráveis perdas?

Certamente, uma maior compreensão da natureza dos custos e dos sacrifícios envolvidos traria considerável redução do apoio ao critério do desenvolvimento sustentável. Esta, também, é uma razão para se deixar vago o conceito.

Trata-se de critério para determinar se uma dada alteração 
na sociedade é ou não desejável, em termos de ampliação de 
bem-estar dos indivíduos em sociedade. Uma mudança dessas é 
desejável, segundo o critério de Pareto, se provocar um aumento 
na satisfação de pelo menos um indivíduo na sociedade, sem 
piorar a situação de nenhum outro indivíduo. Esse critério 
é amplamente usado pela teoria do bem-estar social e por suas 
aplicações (p. ex., a análise custo-benefício).

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Fonte:

Mueller, Charles C. “Os economistas e as relações entre o sistema econômico e o meio ambiente”.

Brasília: Editora Universidade de Brasília: Finatec: 2007

O que fazer com os remédios vencidos?

Você já se perguntou sobre o que fazer com os medicamentos vencidos e/ou não usados que você tem na sua casa? Já procurou se informar sobre a legislação pertinente sobre este assunto? Ministro Verde pesquisou e descobriu algumas informações interessantes:

– A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por meio da Resolução RDC nº 306, de 07 de dezembro de 2004 e a Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) nº 358, de 29 de abril de 2005, são as legislações atuais que legislam sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde;

– Estas Resoluções tratam somente dos resíduos gerados dentro dos estabelecimentos de saúde, como por exemplo hospitais, clínicas médicas, farmácias, laboratórios, etc., não abordando, de forma direta, os medicamentos de uso domiciliar;

– As duas Resoluções passaram por revisões juntas (2004 – 2005), revogando as resoluções RDC 33/2003 da Anvisa e  CONAMA 283/2001. A Res. CONAMA 283 em seu Art. 13, dizia que:

“§ 1º Os quimioterápicos, imunoterápicos, antimicrobianos e hormônios e demais medicamentos vencidos, alterados, interditados, parcialmente utilizados ou impróprios para consumo devem ser devolvidos ao fabricante ou importador, por meio do distribuidor.
§ 2º No prazo de doze meses contados a partir da data de publicação desta Resolução, os fabricantes ou importadores deverão introduzir os mecanismos necessários para operacionalizar o sistema de devolução instituído no parágrafo anterior.”

– Estas exigências do Art. 13 foram suprimidas no processo de revisão da resolução,do CONAMA , por solicitação da ANVISA;

– A Anvisa regulamentou o descarte de resíduos sólidos de saúde, agrupando os medicamentos em nove classes diferentes. Apesar desse fato, os medicamentos de utilização em domicílio podem ser descartados em esgoto sanitário, quando líquidos, e em lixo domiciliar, no caso de resíduos sólidos.

– Em nenhum momento dessas legislações é determinado que os estabelecimentos que comercializam medicamentos (farmácias, drogarias, etc) são obrigados a aceitar a devolução de medicamentos vencidos. A recepção dos medicamentos vencidos ou fora de uso por parte de clínicas e hospitais, que fazem a destinação ambientalmente correta destes resíduos, também não é obrigatória.

Resumindo: jogue seus remédios vencidos e/ou não utilizados no lixo ou esgoto e reze para que eles sejam tratados ou irem para um aterro sanitário licenciado, pois do contrário, você terá de engolí-los. Literalmente.

Fontes:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2728241-EI298,00.html

http://www.elpais.com/

http://www.elperiodico.com/

http://www.radiomundoreal.fm/rmr/?q=pt/node/24895

A verdade vos libertará!

Olá amiguinhos!

Como vão vocês, hein? Que ótimo!!!

A vida é bela, não é mesmo? A felicidade está por toda a parte e em todo mundo!

Realmente, que mundo maravilhoso!!!

Pra vocês. Não para mim.

Façam uma procura no Google clicando em “Páginas do Brasil”, utilizando as palavras “AIDS bayer 2006” (sem aspas). Agora faça essa mesma pesquisa clicando em “a web”. Se o seu inglês for bom, assista ao filme do YouTube que aparece logo na segunda posição.

E ai, o que acharam? Lindo, né?

Vem cá, algum de vocês viu esta matéria em algum jornal-rádio-programa de televisão-Jornal Nacional??